quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

"Extraterrestres são mestres, não destruidores"

O suíço Erich von Däniken é o mais famoso advogado dos extraterrestres, com milhões de exemplares de livros vendidos, autor controverso e mentor do Mystery Park.

Nesta quarta-feira (14/4), ele completa 75 anos. Em entrevista à repórter Sarah Pfäffli, do jornal Berner Zeitung, ele critica "os idiotas do clima" e fala sobre o "maior mistério do mundo": a mulher.

Senhor von Däniken, suponhamos que existam extraterrestres: eles gostariam de nós?

Erich von Däniken: Se alguém é tão altamente desenvolvido que pode voar de planeta para planeta, então ele não é mais primitivo, o que supõe uma ética e moral muito diferente. Eu vejo os extraterrestres como professores, não como destruidores.

Há mais de quarenta anos o senhor procura uma prova de vida extraterrestre. O senhor não cansa?

Não, minha vida me apraz. Eu nunca quero ter tempo livre. Fazer o que sentado em casa! Isso é horrível!

O senhor está completando 75 anos ...

Sim. Beleza. Eu gostaria de ser dez anos mais jovem. Todo mundo gostaria de ser mais novo. Mas não se pode retroceder no tempo.

Quando o senhor vai parar?
Nunca.

O senhor não quer se aposentar?
Não. Só se eu tiver um ataque cardíaco ou baixar no túmulo ou tiver um acidente. Caso contrário, eu continuo.

O que mudaria se surgisse uma a evidência de que existem extraterrestres?

Seria um choque dos deuses. As pessoas não poderiam suportar isso. Nós todos fomos ensinados na escola de que não existem extraterrestres. E então, de repente, eles estão aí, e tudo que os cientistas, os seres humanos mais inteligentes, nos ensinaram é questionado. Minha tarefa é mitigar esse choque dos deuses.

Quando o senhor terá alcançado seu objetivo?

Quando eu tiver levado o espírito do tempo ao ponto de a maioria dos cientistas dizer: sim, realmente vale a pena investigar o modelo desse von Däniken, devemos investigar isso mais profundamente nas universidades.

O senhor ainda está longe disso.

Talvez dez anos.

O senhor ainda tem esse tempo?

Não, daí não estarei mais aqui. (ri)


O que acontecerá com seu ideário após a sua morte?

Temos uma organização global, a Sociedade de Pesquisa de Arqueologia, Astronáutica e Seti (Search for extraterrestrial Intelligence), que só nos países de língua alemã tem 8 mil membros, desde acadêmicos até leigos. Se eu entregar o gongo, o trabalho continuará e passará à próxima geração.

E o que acontecerá com o senhor? O senhor acredita numa vida após a morte?

Sim. A palavra "fé" aqui é correta. Eu acredito nisso, mas não tenho a menor evidência. Isso não é científico. Nós seres humanos somos todos tão vaidosos que pensamos que mesmo depois da morte não acaba tudo. Esse é o nosso desejo, nosso anseio. Mas científico isso não é.

O senhor se considera um homem muito religioso. Como essa religiosidade combina com a sua fé em alienígenas?

Supunhamos por um minuto que eu tenha razão. Que extraterrestres tenham estado aqui e os seres humanos tenham pensado erroneamente que eram deuses. Daí a próxima pergunta tem de ser: de onde eles vieram? No final, está novamente a criação. Não se perde Deus quando se trata de extraterrestres. Pelo contrário: meu Deus tornou-se cada vez maior.

O senhor frequentou um internato jesuíta ...

Sim, e eu nunca fui seduzido por ninguém. (ri)


Esse tempo o marcou?

Muito. Lá eu aprendi a argumentar e a pensar logicamente. Todo o meu fascínio por extraterrestres começou lá. Ao traduzir textos bíblicos, fiquei perplexo. O que seria se eles significassem algo totalmente diferente? Se os deuses, na verdade, fossem extraterrestres? Estas questões me fascinaram.

O senhor chama isso de fascinação. Pode-se ver isso também como uma fuga da realidade.

De maneira alguma. Os outros, todos os que obedecem cegamente ao espírito da época dominante, não querem ver a realidade.

Mas há problemas reais no mundo diante dos quais o senhor fecha os olhos ao ir em busca de extraterrestres.

De forma alguma! A propósito, o mundo está cheio de idiotas completos que se ocupam de tais problemas supostamente reais. Eles nos contam absurdos, por exemplo, que o CO2 é responsável pelo aquecimento global. Quando ouço isso, tenho arrepios!

O senhor acha que isso é absurdo? Qual é então a sua explicação?

Eu me ocupo de milênios. Há milhares de anos houve um aquecimento do clima, quando derreteram geleiras que atingiam até o Jura (N.d.R.: cadeia montanhosa na fronteira na Suíça com a França). Naquele tempo, ainda não existia CO2! A mudança climática é um fato. Mas o CO2 não é sua causa.

Ao contrário do senhor, os pesquisadores do clima fornecem evidências claras.

Isso é um absurdo. Quando se acompanha um pouco essa discussão, vê-se que há uma enorme controvérsia entre os cientistas a esse respeito. Agora uma tendência simplesmente se impôs. Mas não queremos falar agora de questões do meio ambiente.

Se existem tantos indícios favoráveis à sua teoria, por que não há mais as pessoas que acreditam nela?

Isso é a preguiça do nosso pensamento, contra a qual eu luto. O espírito do tempo (N.d.R.: “Zeitgeist”, em alemão) é um fenômeno de massa. Todo mundo quer ser razoável, ninguém quer se tornar ridículo. Suponha que um conselheiro federal (N.d.R.: ministro suíço) conte aos seus colegas numa reunião que viu extraterrestres. Eles o proibiriam de falar sobre isso com alguém! Até mesmo se o Papa dissesse que viu um óvni, ele seria declarado louco. O espírito do tempo não permite isso. Minha tarefa é perfurar o espírito do tempo, até que a opinião mude gradualmente.

O senhor é um otimista.
Sim, eu não acredito no apocalipse nem em outras teorias do fim dos tempos. Nós sempre sobrevivemos.

O senhor sempre termina suas palestras com as palavras: "Não acreditem em mim." Com isso, o senhor simplifica as coisas e escapa de qualquer crítica.

Ouça. Nós temos dois tipos de ciências: as exatas, que sempre fornecem resultados repetíveis, e as ciências agregadoras, como a arqueologia. Nestas tem-se uma opinião com base em indícios, e esta opinião vale até ser refutada por novos indícios. Eu sou um representante de uma ciência agregadora, eu forneço provas de indícios.

E a partir disto o senhor constrói toda uma teoria.

Eu construo um edifício de indícios. Todos estes indícios conferem. Se algo está em um texto antigo, pode-se controlá-lo. Ou quando eu digo que neste ou naquele país há esta ruína, isto também pode ser provado. Só que a minha interpretação é diferente da de um pré-historiador ou de um teólogo.

"Fantasistas mantêm o mundo em suspense, e não os contadores de ervilhas", é o seu credo. O senhor se descreve como um fantasista. O senhor melhorou o mundo?

Eu não quero melhorar o mundo, apenas mudar, romper o espírito do tempo, abrir a "visão de túnel". As incitações para isso vêm sempre de fantasistas. Um livro de Jules Verne, por exemplo, incitou o primeiro técnico de foguetes, Hermann Oberth, aos cálculos graças aos quais Wernher von Braun finalmente realizou o voo para a lua.

O senhor critica a "visão de túnel". Por que o senhor vive examente aqui nos Alpes bernenses, onde o estreitamento é ainda maior?

Lá em cima é mais aberto. Moro em Beatenberg, no lugar mais bonito do mundo. Eu sempre quis viver nas montanhas. Eu amo esta paisagem. E a população me acolheu calorosamente. No começo as pessoas eram um pouco fechadas em relação a mim. Por isso, fiz uma palestra gratuita. A sala estava completamente cheia. Eu disse a mim mesmo: seja cauteloso, só não diga nada contra Deus. No final, todos aplaudiram, e eu disse que todos poderiam me tratar por “tu”. Na manhã seguinte, as crianças que passavam de bicicleta me chamavam: "Olá, Erich!"

O senhor vai comemorar o seu aniversário?

Não. Estarei numa turnê de palestras no Leste Europeu. Eu provavelmente vou passar meu aniversário no carro.

O senhor disse certa vez que o maior mistério do mundo ainda é a mulher.

Sim, isso nenhum homem entende. As mulheres são realmente seres diferentes.

Extraterrestres?
(Risos). Não, as mulheres simplesmente têm uma missão diferente, afinal, elas podem ter filhos. Elas também têm uma carga de hormônios diferente dos homens. Por isso, a sua lógica é diferente da do homem. Nenhuma é melhor do que a outra. Mas esta lógica diferente é razão pela qual nós homens nunca podemos compreender as mulheres.

Há algo em sua vida de que o senhor se arrepende?

Muitas vezes eu talvez devesse ter calado em vez de dizer algo em voz alta. Mas tais pensamentos de nada adiantam. Para fazer algo melhor, teríamos de ter o conhecimento do futuro, e isso não se tem.

E o que o senhor ainda quer vivenciar?

Eu sempre quis encontrar o papa. Mas isso provavelmente não vai mais acontecer. E eu gostaria de viajar num submarino americano. E de estar num desses gigantes porta-aviões. Isso são sonhos de menino. (acende um cigarro)


O senhor é um fumante por convicção.

Sim. Hoje se faz de conta que os fumantes têm a peste. Que a proibição do fumo tem a ver apenas com a saúde – mas então teríamos de proibir também o álcool!

Agrada-lhe o papel de provocador?

Na minha área, sim, porque aí eu sei mais do que qualquer outro. De resto, nem tanto.

Através da provocação se chama atenção. O senhor precisa disso?

Eu não procuro essa atenção. Simplesmente é assim. Eu perfuro o espírito do tempo! Pronto, é 16h15, agora ainda posso trabalhar algumas horas.

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

CASO ARAÇARIGUAMA

 A morte do Sr. João Prestes, em 5 de março de 1946, habitante de Araçariguama, Estado de São Paulo, em conseqüência de queimaduras provocadas por "Misteriosa Luz" supostamente atacado por um ''Disco Voador", fez vir a tona o profundo choque existente entre as diversas correntes filosóficas que interpretam o fenômeno UFO. Travou-se intensa polêmica entre os pesquisadores da corrente angelical, os quais possuindo idéias pré-concebidas sobre os objetivos dos extraterrestres, que seriam "anjos salvadores da humanidade", procuram demonstrar que a morte do Sr. João Prestes ocorrera devido a fatos convencionais (a 'luz" era uma lamparina!), como acidente ou crime e não devido a fatos transcendentais, pois os anjos não são agressivos! 0s representantes desta corrente, gabam-se de terem investigado o caso em tempo recorde de dois (2) dias, concluindo pela hipótese convencional, acidente ou crime.
Os casos de supostos contactos entre terrestres e extraterrestres, em que resultam a morte para os primeiros, merecem uma investigação mais cuidadosa, e por isso, na revisão deste caso, levaremos 2 meses ou 2 anos, mas esperamos que venha à luz, a "verdade plena", mesmo que cause estupefação ou impacto. Transcreveremos na íntegra a nossa primeira entrevista com uma das testemunhas, realizada em 27/09/1974, às 13:50 horas.
O Sr. Araci Gomide, atualmente residente às margens do rio Tietê, nascido em 6 de janeiro de 1907, aproximadamente da mesma idade da vítima, tanto que foram "sorteados" juntos para o serviço militar, declara que na ocasião do evento, morava em Araçariguama. Sendo amigo da vítima, e também por ter praticado enfermagem nas Forças Armadas, foi chamado para socorrer o Sr. João Prestes, que já se encontrava na vila, em casa de Sebastião, um parente seu, após caminhar a pé cerca de 2 km, desde o local da ocorrência. Ao ver o estado físico do amigo, trancou-se com ele no quarto e perguntou-lhe o que tinha ocorrido e quem o havia queimado com água fervendo. O Sr. João Prestes, perfeitamente lúcido respondeu-lhe que "não havia sido ninguém", que "não havia sido queimado" e que não sabia exatamente o que havia ocorrido. Relatou que voltando de uma pescaria às margens do Tietê, ao entrar em casa pela janela, que se encontrava encostada, quando já estava escalando-a, caiu sobre ele uma "claridade" que o envolveu. Terminou de transpor a janela, e já dentro de casa, caiu ao chão sem sentidos. O Sr. Gomide não forneceu detalhes sobre as circunstâncias em que a vítima recobrara os sentidos, mas esclareceu que em seguida andara 2 km a pé até a casa de parentes em Araçariguama e que viera exatamente com as mesmas roupas que vestia quando foi atingido pela "claridade", isto é, uma calça com as pernas arregaçadas até as canelas a uma camisa de meia manga com botões desabotoados no peito. A visita do Sr. Gomide à vítima ocorrera cerca de duas horas após o acidente. O Sr. João Prestes encontrava-se literalmente cozido como se tivesse sido escaldado em água fervendo, com suas carnes desprendendo dos ossos. As queimaduras, o Sr. Gomide fez questão de frisar que se trata de uma analogia, e que nem se quer sabia designar o fenômeno, ocorrera somente nas partes descobertas do corpo, ou seja, os pés e os tornozelos, sendo os primeiros encontrava-se deformado e crispado como as garras de uma ave, enrolando-se todo; os braços abaixo da manga e as mãos, sendo que as carnes dos dedos soltas e caindo aos pedaços, como se tivesse sofrido longa cocção (ato ou efeito de cozer). O peito, o pescoço e o rosto, sendo que o lábio superior e o nariz bem como as orelhas caindo aos pedaços. O couro cabeludo e os cabelos encontravam-se intactos. A cor da pele, mesmo nas partes atingidas era normal. Nem enegrecimento de queimadura por combustão e nem vermelhidão de queimadura por água quente. No entanto as partes atingidas encontravam-se enrugada e encolhida, rachada e caindo aos pedaços. Nada estava chamuscado por fogo; nem os cabelos, nem pêlos e nem as roupas. Cheirou a vítima, não sentindo o menor cheiro de queimadura ou de combustível como querosene ou álcool.
A vítima também não se encontrava alcoolizada, porém lúcida e declarando não sentir nenhuma dor. A "claridade", que atingira o Sr. João Prestes, segundo declarações do próprio, em plena lucidez, antes de falecer, viera de fora da casa, envolvendo-o, e não de dentro da casa. Morreu às 3 da madrugada, mais ou menos 9 horas após a ocorrência. Foi transportada de caminhão, tendo falecido em Santana do Parnaíba antes de dar entrada no hospital. Durante a conversa particular com a vítima, esta se encontrava deitada de costas na cama. O Sr. Gomide não examinou as costas e nem sabe se a mesma foi atingida. A vítima negou que a ocorrência tivesse sido provocada por pessoas, devido a acontecimentos pessoais.
É opinião do Sr. Araci Gomide que o Sr. João Prestes foi "queimado" (ele dá ênfase que o termo queimado é altamente impróprio) por uma "misteriosa bola de fogo" cuja ocorrência já vinha sendo observada em Araçariguama e que continua sendo observada até hoje. A casa de João Prestes ficaria dentro da rota do fenômeno que se iniciaria no "Alto do Cotiano".
Após a morte de João Prestes, um primo seu, Emiliano, quando transitava à noite por estrada da região, foi sobrevoado por uma "bola de fogo" que pairou em cima dele. Lembrando-se da morte do João Prestes, cujas queimaduras ocorrera nas partes descobertas, Emiliano procurou cobrir-se com um saco e encostando-se a um barranco, se pôs a rezar. Ao chegar em casa, bastante agitado e apavorado, arrombou a porta a ponta pé, e queixou-se aos familiares de que julgava-se queimado e cozido, "pedindo álcool para passar nas partes que ardiam". Os familiares não constataram queimaduras. Na ocasião da morte de João Prestes, Alencar Martins Gonçalves, lançador da prefeitura viu uma "bola de fogo" próximo ao cemitério. Posteriormente, o próprio Araci Gomide, acompanhado de Emiliano, de uma professora e outros, foram sobrevoados numa estrada à noite, por uma "bola de fogo". Araci Gomide iluminou-a com o farolete, sendo em seguida possuído de grande pavor e tremedeira.
Cerca de 3 meses antes desta entrevista, o filho do Sr. Gomide, vindo de São Paulo, já nas imediações da chácara, avistou de seu Volkswagen, uma "bola do fogo", e gritou para o seu pai, que também a viu. Recentemente, o Sr. Gomide avistou uma "formação" de dois objetos do tamanho aparente do Sol, sendo uma mais vermelha e a outra mais apagada. No dia 17/09/1974, o Sr. Araci e sua esposa, avistaram, às margens do rio Tietê, em um morro, cerca de 2 m acima da copa das árvores, uma "bola de fogo" que aos poucos foi apagando-se e descendo, até sumir. Tendo interrogado empregados da indústria Spina que está instalando-se naquele município, o Sr. Gomide obteve informações de que é freqüente a passagem de "objetos luminosos" naquela região, em horário preferencial de aproximadamente 19:15 horas. Perguntando de que se tratava, obteve a resposta de que eram discos voadores (o horário coincide com as ''luzes do Tietê).
O fenômeno ocorre inclusive sobre a vila de Araçariguama, não só sendo muito notado devido os hábitos de seus habitantes de dormirem cedo. Respondendo a pergunta, o Sr. Gomide afirma que a população local não possui opinião sobre a natureza do fenômeno a nem faz cogitações a este respeito, incluindo ele próprio. Já recebeu convite do Rio de Janeiro para entrevista em televisão, com passagem paga, tendo recusado. Demonstrou receio de ser "importunado" com interrogatórios por parte das Forças Armadas.
Avaliação médica das queimaduras baseada na credibilidade do depoimento de uma testemunha (Araci Gomide).
A descrição das lesões pormenorizadas, a respeito dos quase trinta anos que nos separam da ocorrência não se enquadra no que seria produzida por querosene ou mesmo outra chama, provocada pelos combustíveis habituais. Não havia chamuscamento dos pêlos nem das roupas da vítima e nem sinais de fuligem. As lesões restritas às áreas expostas do corpo, respeitando toda a área coberta por roupa de uma maneira nítida e atingindo todas as áreas descobertas, ou seja: cabeça, pescoço, membros inferiores e pés, leva-nos a excluir queimadura por líquido em alta temperatura, seja por imersão total, pois dificilmente deixaria de queimar através das roupas, seja por aspersão pelo líquido, pois neste caso dificilmente queimaria as regiões atingidas (as queimaduras concentrar-se-iam em uma área contínua com alguns salpicos esparsos e nunca em duas ou três áreas descontínuas como membros inferiores, membros superiores e rosto).
Bem, e a que conclusão chegamos ?
A vítima não foi queimada por chama oriunda de combustíveis convencionais (querosene, gasolina, lenha ou carbureto), nem por líquido muito quente (água fervente, sopas entornadas ou jogadas por agressão). Qual agente físico causaria uma queimadura de 3o grau apenas nas áreas diretamente expostas a sua ação, poupando roupas e cabelos ?
Soltando a imaginação poderíamos supor uma fonte de energia térmica intensa, sem chama, incidindo diretamente na vítima e provavelmente de curta duração, pois seu efeito foi detido, pelo menos até onde nos é dado avaliar, pelas vestes da vítima.
Surge-nos logo a mente a imagem da bomba atômica sobre as cidades de Hiroshima e Nagasaki no final da segunda grande guerra. Fora do epicentro onde tudo é destruído, os danos pessoais, referimo-nos aos danos imediatos, não aos tardios, consistem em queimaduras causadas por uma terrível onda de calor. Este agente físico, entretanto, muitas vezes é detido por um simples tapume o qual queima-se em sua face voltada ao epicentro e preserva o que estiver do outro lado. Podemos ainda, dando mais asas à imaginação, pensar em uma "luz que queima" a qual restringiria sua ação a células vivas, poupando de sua ação as células mortas, caso as roupas e os cabelos da vítima, e não atingiria as células vivas que ficassem à "sombra".

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Área 51: Uma Verdadeira Base OVNI ?



Área 51: Uma Verdadeira Base OVNI ?



A Área 51 é uma instalação militar construída em 1954, há 150 km ao norte de Las Vegas, nos EUA.

Conhecida pela mídia do mundo inteiro, a Área 51 tem 10.000 hectares de segurança máxima, portanto, nem pense em tentar entrar para espioná-la.

Muitos objetos não identificados foram avistados sobre a Área 51, mas possivelmente não seriam aeronaves extraterrestres e sim novas aeronaves que a força aérea Americana estaria desenvolvendo e testando.

É difícil de acreditar que uma área secreta é tão conhecida na mídia mundial, poderemos até compará-la a famosa “Disneylândia”.

A conspiração talvez seja a sua própria popularidade, as pessoas e a mídia estão tão voltadas para a Área 51, que uma outra Área secreta poderia existir sem ninguém ter notado sua real existência. Nesta outra área, poderiam realmente estar estudando as tecnologias alienígenas, incluindo os restos da aeronave alienígena do caso "Roswell" de 1947 e outras capturadas ao longo dos tempos.

É verdade que muitos aviões são fabricados e testados na Área 51, mas os testes com aeronaves alienígenas não estariam ali, e sim em outra área super secreta, talvez a possível Área 52. Existem rumores que os alienígenas ajudam os EUA a fabricarem essas novas aeronaves, muitas delas confundidas com discos voadores devido ao estranho formato não usado pelos seres humanos.

Ademir Pascale Cardoso, presidente e criador do Portal da internet “Cranik” www.cranik.com , ufólogo, crítico e pesquisador de paranormalidades, participou do quadro do canal de TV Band nesta última sexta-feira - 07/04 “Área 51 – Realidade ou Fantasia?”, onde foi entrevistado pelo Jornalista Roberto Cabrini. Ainda participaram do quadro com comentários, o editor da Revista UFO, Sr. Ademar Gevaerd e o conferencista e ufólogo Claudeir Covo.

Leia um trecho da matéria do Jornal da Noite com Roberto Cabrini.

Roberto Cabrini – Embora a comunidade científica indique que estatisticamente, seria improvável que não exista vida em outros planetas, que só existiria vida no planeta terra, jamais houve uma prova aceita sem questionamentos, que até objetos e seres de outros planetas visitaram o nosso mundo. Isso vale inclusive para essa polêmica existência da Área 51.
Porém, um conhecido ufólogo brasileiro, investiga há quase duas décadas as informações classificadas sobre a Área 51. Acompanhe sua entrevista ao Jornal da Noite.

Ademir Pascale Cardoso é ufólogo respeitado no Brasil, ele mantém um site especializado em objetos voadores não identificados e seres alienígenas. Ele investiga a possibilidade da existência da chamada Área 51, a área secreta onde alienígenas e ovnis estariam sendo estudados.

Roberto Cabrini pergunta para o pesquisador e ufólogo “Ademir”, se a Área 51 realmente existe, sua resposta é “Com certeza”.

A Área 51 realmente existe, isso é fato consumado, mas hoje seria muito improvável que existam seres alienígenas e ovnis na base secreta, possivelmente, estariam em outra base realmente secreta e ainda desconhecida pela mídia e pesquisadores, a provável “Área 52”.

Não existe uma certeza e sim teorias sobre o estudo de alienígenas e aeronaves extraterrestres em bases secretas. Teorias e dúvidas que ainda percorrem a cabeça dos grandes pesquisadores mundiais e renomados ufólogos, teorias e dúvidas que provavelmente acompanhará esses grandes homens pelo resto de suas vidas, pois a busca pela vida fora do planeta terra, a dúvida de onde realmente viemos, é imensurável.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011


           O fotógrafo profissional fluminense Almiro Baraúna, em 1954, após analisar detalhadamente as fotos de um suposto UFO na Barra da Tijuca, realizada por Ed Keffel e João Martins (ver O Caso Barra da Tijuca), e ter concluído que se tratavam de dupla exposição, acabou fazendo diversos truques fotográficos na tentativa de repetir o feito. Os resultados de seus testes foram publicados junto de um texto de Vinícius Lima na revista "Mundo Ilustrado" com o título Um Disco Voador Esteve na Minha Casa. Na época, isso foi muito comentado pela imprensa carioca. Baraúna mal sabia que, quatro anos depois, iria se envolver pessoalmente em uma oportunidade única de fotografar um disco voador de verdade. Mas pelo fato de ter dado uma aula de como fraudar fotos do gênero, foi muito criticado e questionado pela mesma imprensa.
           Começava o Ano Geofísico Internacional de 1958, e em 16 de janeiro, a convite da Marinha brasileira, Almiro Baraúna juntou-se a tripulação do navio-escola Almirante Saldanha, para pesquisar a Ilha de Trindade, no litoral do Espírito Santo. O navio estava atracado, preparando-se para retornar ao continente, quando algo aconteceu. Baraúna, então com 43 anos, tinha batido algumas fotos do cenário um pouco antes e estava deitado no convés, passando mal. Tinha uma forte dor-de-cabeça e enjôo. De repente, por volta das 12:15 horas, percebeu uma grande movimentação na embarcação. Os marinheiros chamavam sua atenção para algo luminoso no céu. O capitão Viegas, da Aeronáutica, abordou Baraúna e pediu para que fotografasse aquele misterioso objeto aéreo. Rapidamente, Baraúna pegou a sua máquina Rolleiflex e conseguiu fazer seis fotografias. Perdeu duas fotos, a quarta e a quinta, devido a velocidade do objeto e agitação do convés.
           O objeto registrado, em forma de planeta Saturno, veio do mar, sobrevoou a ilha, passou sobre a ponta da Crista do Galo e depois sobre o monte Desejo, e escondeu-se atrás de um morro. Mas reapareceu novamente do outro lado, retornou para o mar, parou e em seguida disparou em altíssima velocidade, como se fosse um foguete. Era completamente silencioso. O fato não durou mais que 14 segundos, mas 48 testemunhas observaram tudo o que aconteceu, perplexas, e entre elas marinheiros, sargentos e oficiais. Como civis, estavam no navio o advogado e funcionário do Banco do Brasil Amilar Vieira Filho, o funcionário do Banco de Londres Mauro Andrade, José Teobaldo Viegas, então capitão da reserva da FAB, industrial e diretor de um Aeroclube carioca, um cidadão conhecido apenas como Aloísio e o professor de geologia Fernando. Todos eram da equipe do Clube de Caça Submarina de Icaraí, em Niterói (RJ).
           Após o objeto desaparecer, outras pessoas também começaram a passar mal, como já vinha acontecendo com Baraúna. Ele sentiu o coração disparado, tremedeira e sensação de vazio acompanhada de suor frio. Depois de uma hora, já recuperado do susto, foi perguntado pelo comandante do navio se tinha conseguido fotografar o objeto. Baraúna disse que sim. Resolveram, então, preparar um revelador no pequeno laboratório improvisado a bordo. Assim, o filme foi revelado na hora. Todas as 48 testemunhas confirmaram que as imagens que surgiram nas quatro poses do negativo eram exatamente iguais ao objeto que viram sobrevoando a ilha. Quando o UFO sobrevoou o Almirante Saldanha, toda a parte elétrica da embarcação pifou, as lâmpadas ficaram fracas e o rádio sem sinal. Após o navio partir, o comandante chamou Baraúna para conversar em particular e disse que as fotos seriam dele. Disse também que, antes de divulgá-las, ele teria que ir à Marinha prestar depoimento. Quando o navio chegou a Vitória (ES), tendo que permanecer atracado no porto por dois dias, Baraúna, que não podia esperar, acabou retornando para Niterói de ônibus. Lá chegando, foi direto a um laboratório, onde ampliou as fotos a partir do negativo já revelado. Quatro dias depois, um comandante da Marinha o procurou para que comparecesse à sede do então Serviço Secreto da Armada, no Rio de Janeiro.
AS FOTOS DE ALMIRO BARAÚNA
PRIMEIRA FOTO
PRIMEIRA FOTO – CLOSE NO UFO
SEGUNDA FOTO
SEGUNDA FOTO – CLOSE NO UFO
TERCEIRA FOTO
TERCEIRA FOTO – CLOSE NO UFO
QUARTA FOTO
QUARTA FOTO – CLOSE NO UFO
A TRAJETÓRIA DO OBJETO

           Ele levou Baraúna até lá, onde foi sabatinado por um grupo de oficiais a respeito de truques fotográficos, fotografias aéreas e muitas outras coisas. Ficou lá das 08:00 às 16:00 horas, pois os militares queriam ter certeza da autenticidade das fotos. Pediram os negativos emprestados a Baraúna, que os cedeu, e os levaram até o laboratório aerofotográfico da empresa Cruzeiro do Sul. Depois, os enviaram a Kodak, em Rochester, Estados Unidos, para maiores análises. Os negativos foram testados por equipamentos eletrônicos e processos químicos, não se encontrando neles qualquer tipo de fraude. Assim, com autorização do então presidente Juscelino Kubitschek, as fotos de Baraúna foram liberadas para divulgação pelo almirantado da época, depois de um mês, em uma quarta-feira de cinzas. Todas as rádios estavam noticiando que o jornal "Correio da Manhã" iria publicar um furo fotográfico mundial em sua edição seguinte.
           Mas Baraúna entrou em contato com João Martins, que o convenceu a levar a matéria para a redação da revista "O Cruzeiro", para que a notícia das fotos fosse nela publicada. Em linguagem jornalística, o "Correio da Manhã" foi furado pelo "O Cruzeiro". Foram posteriormente feitas 40 cópias das imagens e distribuídas para todos os jornais do Rio de Janeiro, para publicação. Muitos deles, em várias edições, estamparam as fotos, depoimentos, análises, dados, reportagens, etc. Dias depois, Baraúna descobriu que o "Correio da Manhã" acabara conseguindo as fotos diretamente da Marinha – as cópias que ele mesmo tinha cedido, carimbadas com "reservado".
           O relatório oficial do almirante-de-esquadra Antônio Maria de Carvalho, chefe do Alto Comando Naval, conhecido como Documento Confidencial nº 0098/M-20, descreve os seguintes detalhes acerca das fotos obtidas na Ilha de Trindade: "Enfim, foi registrado mais outro alarme de OVNIs, às 12:15 horas do dia 16 de janeiro de 1958. Dessa vez, aconteceu a bordo do Almirante Saldanha, ancorado ao largo da Ilha da Trindade. O navio estava prestes a zarpar e a pinaça (pequeno barco aberto) usada para a travessia até a terra estava sendo recolhida por membros da tripulação quando, de popa a proa, soou o alarme". O documento continua dizendo que um fotógrafo profissional civil, que se encontrava a bordo registrando o recolhimento da pinaça, teve sua atenção chamada para o disco voador, do qualobteve as quatro fotos. "Após o aparecimento, o fotógrafo Almiro Baraúna retirou o filme da câmera na presença do capitão-de-corveta Carlos Alberto Bacellar e de outros oficiais (...), e o mesmo foi revelado dentro de dez minutos".
           O almirante Carvalho também informa, através de seu relatório, que em seguida os negativos foram examinados pelo próprio Bacellar. Este confirmou que os mesmos ainda estavam molhados ao serem entregues para exame. "Neles reconheceu o OVNI em apreço", enfatiza o documento oficial. "Em seguida, os negativos foram mostrados a membros da tripulação, testemunhas oculares do aparecimento. Eles confirmaram que as imagens nos negativos eram idênticas ao que avistaram no ar". Estava chancelada oficialmente a legitimidade das fotos de Baraúna. Assim, com autorização do Ministério da Marinha, o depoimento prestado pelo capitão Bacellar foi liberado para publicação pela imprensa. Ele conta que, efetivamente, um UFO foi avistado do convés do Almirante Saldanha. "Pessoalmente, não testemunhei aquele aparecimento porque, no preciso instante, encontrava-me no interior de minha cabine. Porém, imediatamente fui chamado para a ponte". Mesmo assim, Bacellar confirmou que Baraúna estava no convés com a sua câmera e que, após a ocorrência, ficou em estado de exaustão nervosa. "Permaneci ao seu lado o tempo todo, porque queria presenciar a revelação do filme".
           Com um farolete a pilha, Viegas acompanhou atentamente a revelação do filme, no pequeno laboratório improvisado, enquanto Bacellar, ao lado de fora, esperou que terminasse. Ambos concluíram que o negativo mostrava com precisão a seqüência de vôo do objeto não identificado sobre a ilha. Como foi previamente combinado, Bacellar procurou Baraúna no Rio de Janeiro e, por duas vezes, o acompanhou até o Ministério da Marinha. "Chamei a atenção do fotógrafo para o fato de ser estritamente proibida a publicação das fotos sem autorização oficial, e informei que ele seria avisado tão logo as autoridades competentes resolvessem liberá-las para divulgação". No calor dos acontecimentos, em 24 de fevereiro de 1958, o então ministro Alves Câmara comentou numa entrevista à agência "United Press" que a Marinha brasileira estava envolvida num importante segredo, que não poderia ser discutido em público, visto que, para tanto, não havia ainda explicação sobre os discos voadores. "Mas a prova fotográfica apresentada por Almiro Baraúna convenceu-me da sua existência", garantiu.
           Naquele mesmo dia, o capitão-de-fragata Moreira da Silva declarou que não queria ver qualquer discussão a respeito do caráter do fotógrafo que havia feito as fotos do UFO, pois o objeto também havia sido observado por uma série de personagens conhecidos e respeitáveis. "Posso garantir que as fotos são autênticas e o filme foi revelado imediatamente, a bordo do Almirante Saldanha. Confirmo ainda que os negativos foram examinados por diversos oficiais, logo após a revelação. Assim, fica excluída qualquer eventualidade de truque fotográfico". Com base na análise dos negativos e dos detalhes relatados pelas testemunhas, peritos conseguiram calcular a velocidade mínima do UFO como sendo em torno de 1.200 km/h.
           Mas essa velocidade aumentou de forma considerável quando o objeto acelerou. Seu tamanho foi estimado em quarenta metros de diâmetro e sete metros de altura. Enfim, como se vê, estamos diante de um caso absolutamente genuíno. A própria posição das autoridades brasileiras é um assombro. "Pouco importa qual seja a nossa atitude diante dos OVNIs, pois persiste o fato de ter ocorrido um fenômeno que, além de documentado por fotos, foi confirmado pelo depoimento escrito de 48 testemunhas", declarou oficialmente o capitão Moreira da Silva. O Ministério da Marinha, através do Comando de Operações Navais, fez um relatório secreto detalhado sobre o incidente na Ilha da Trindade. Na época, o deputado Sérgio Magalhães queria ter informações sobre o documento, mas ele não foi liberado. O curioso é que tal relatório só veio a público em outubro de 1971, num artido de Jorge C. Pineda, publicado em uma revista Argentina. Nele, aparecem correspondências trocadas entre os oficiais Luiz Felipe da Luz e Antônio Maria de Carvalho, que novamente endossam o evento. Há no artigo também um pedido de informações sobre o assunto assinado por M. Sunderland, então agregado naval dos Estados Unidos no Brasil. Estranhamente, após tudo o que as autoridades brasileiras garantiram sobre o fato, o relatório secreto inexplicavelmente diminui a sua importância. Suas conclusões, endossadas pelo capitão-de-corveta José Geraldo Brandão, do Serviço de Inteligência da Marinha, são de que as testemunhas confirmam a mesma coisa.
           Mas o documento diz que "a maioria dos informes apresentados é insuficiente, sobretudo a falta de idoneidade técnica de muitos dos observadores e a breve duração do fenômeno observado, de modo que nenhuma conclusão pode se obter sobre terem avistado objetos voadores não identificados". O relatório diz ainda que a mais importante e valiosa prova apresentada, a fotografia, de alguma maneira perde sua qualidade convincente, devido à impossibilidade de se afastar totalmente uma montagem prévia.
           Os ufólogos até hoje se perguntam o que fez os militares brasileiros esvaziarem a questão tão abruptamente. A adoção de uma posição dúbia é realmente contraditória. Embora afirme a importância do fato, o relatório desqualifica alguns de seus detalhes. E deixa transparecer uma cuidadosa tendência à aceitação do incidente quando afirma que "finalmente, a existência de informes pessoais e de evidências fotográficas, de certo valor considerando as circunstâncias envolvidas, permite a admissão de que há indicações da existência de objetos voadores não identificados". Sua última conclusão é, na verdade, uma sugestão que faz o relator para que as autoridades do Alto Comando da Marinha passem a levar em consideração todas as informações que se obtenha sobre o fenômeno UFO, "com vistas a se alcançar conclusões acima de toda dúvida".


Relatório do Exército nega a existência de um ET em Varginha


 

Depois de 14 anos, o caso do ET de Varginha ainda é cercado de polêmicas e desperta a curiosidade de muita gente. Um relatório do Exército Brasileiro, feito em 1997 e divulgado só agora, mostra que um ser extraterrestre nunca apareceu no sul de Minas.
A revista ‘Isto é’ publicou uma reportagem sobre o inquérito policial que apurou a participação do Exército, da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros no caso Varginha. O resultado deixa claro que não houve nenhuma captura de ser extraterrestre no dia 20 de janeiro de 1996.
A matéria com título "A história oficial do ET de Varginha" mostra o quê, segundo a revista, são os dois únicos documentos produzidos pelo governo para apurar as ocorrências e as acusações feitas contra militares que teriam participado do caso. O inquérito aberto e concluído em 1997 tem 357 páginas e detalha depoimentos. Segundo a reportagem, o encarregado pelo inquérito tenente-coronel Lúcio Carlos Pereira concluiu que o que houve na verdade foi uma confusão. O texto diz que um cidadão, provavelmente sujo por causa da chuva e visto agachado junto a um muro, teria sido confundido com uma criatura do espaço por três meninas. Um estudo fotográfico teria simula a semelhança entre um homem e o suposto ET. Um morador da cidade chamado Luiz Antônio, hoje com 46 anos, seria o homem visto no terreno baldio naquela época.
O resultado de uma sindicância realizada na Escola de Sargento das Armas, em Três Corações, em maio de 1996 foi anexada ao inquérito. O ufólogo Ubirajara Rodrigues, de Varginha, foi ouvido na investigação. Segundo ele, o inquérito deve ser levado em conta, mas os pesquisadores não podem descartar hipóteses. "Todo fenômeno ufológico hoje tem todo um aspecto de mito, ele é mítico vamos dizer assim. Mas eu não posso hoje em dia, depois da evolução das pesquisas, afirmar nem negar absolutamente nada em torno do caso Varginha. Nós estamos revisitando o caso desde alguns anos e isso ainda vai durar muito tempo", disse Rodrigues.

OVINIS em Guarabira-PB em março de 1996

O maior incidente de OVNI filmado foi em Santos-SP-Brasil

Comentei sobre “O maior avistamento de OVNIs do Mundo que foi feito no Peru”. Muito bom o vídeo, as evidências e tudo mais.
Mas verdade seja dita: avistamentos como este, de vários OVNIs filmados à distância, isso têm de monte mundo afora. Nada de espetacular em tal fato.
Agora, em matéria de incidente, tipo, de OVNIs contra seres humanos, só existem relatos sem vídeos que prove cabalmente que houve tal fato. Correto? Errado!!! E pior que tal coisa não ocorreu nem no México, nem em Roswell (EUA) nem no Peru. Este fato aconteceu aqui mesmo no Brasil.
Em 1997, na praia do Itararé perto da divisa entre São vicente e Santos (Litoral de São Paulo-Brasil), aconteceu o maior incidente (e único) já registrado por uma câmera de vídeo e comentado pela maior emissora de televisão do país, a Rede Globo, no programa Fantástico, que na época era o programa de maior audiência do Domingo à noite.
Por uma inacreditável coincidência, alguns colegas meus estavam de folga na dita praia neste dia e comprovaram tudo que houve.
Só não comentei sobre esta matéria antes pois queria ter elementos que provem a autênticidade da mesmo, no caso, o vídeo original do Fantástico sobre esta matéria, para que não haja nenhuma dúvida sobre este assunto. Por algum motivo estranho, este vídeo tinha sumido do mapa, não se encontrando nem mesmo no site da Rede Globo.
Sem mais delongas, peço para assitirem o raríssimo vídeo abaixo:
Visto o raríssimo vídeo acima, podemos tirar algumas conclusões:
1– OVNIs existem e podem ser letais para a raça humana. O coitado do banhista que o diga. Têm que começarmos a relevar se outros acidentes na aviação em todo planeta não tiveram seus próprios incidentes com OVNIs super-velozes.
2– A maioria dos OVNIs estão presentes em toda parte, o problema é poder ver estes levando em conta a velocidade dos mesmos (mais de 1.500 kilômetros por hora). Pior do quê enchergar estes é ter uma câmera para filmar. A Rede Globo só conseguiu pois estavam filmando os aviões tucanos fazendo seu show aéreo. E o dito OVNI só conseguiu ser visto mediante a redução da velocidade do vídeo, chegando à quase “quadro-à-quadro”.
3– Depois deste vídeo ter sumido e levando em conta a validade histórica e ufológica do mesmo, recomendo que façam backups deste. Eu já fiz.